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Indústria · Organização de dados

Dados dispersos numa só fonte de confiança

Uma empresa industrial tinha os dados da operação (clientes, encomendas, entregas, faturação e avaliações) espalhados por sítios diferentes, sem garantia de que os totais batiam certo nem rasto de quem mudava o quê. O trabalho foi desenhar o modelo de dados que junta tudo num só sítio, com a integridade e a auditoria garantidas pela própria estrutura.

Setor
Indústria
Foco
Modelação de dados
Estrutura
9 tabelas
Estado
Modelo de referência
A premissa
Estimado

«temos os dados todos, estão algures»

Medido

um modelo único com integridade e auditoria garantidas pela estrutura

Trocar o achismo pelo número.

O desafio

Sem um modelo que os una, os mesmos dados aparecem em sítios diferentes e ninguém garante que concordam: os totais não fecham, não há rasto de quem alterou o quê, e faturar ou analisar obriga a remendos manuais a cada vez.

01Totais em que não se pode confiar

Sem integridade imposta pela estrutura, ficam registos sem dono e somas que não fecham; cada relatório tem de ser verificado à mão.

02Sem rasto das alterações

Quando um estado muda (uma encomenda que avança, uma subscrição que cessa), não fica registo de quando nem por quem, e auditar depois torna-se impossível.

03Faturar e analisar é sempre do zero

Cada fatura e cada análise reconstrói as mesmas contas a partir dos dados em bruto, em vez de partir de uma vista pronta.

O que fizemos

Um modelo relacional que impõe a integridade e regista tudo

O desenho parte das entidades reais da operação (clientes, utilizadores, planos, subscrições, encomendas, faturação e avaliações) e liga-as com regras que a base de dados faz cumprir sozinha, mais vistas prontas para faturar e analisar.

  • Modelámos nove tabelas ligadas por chaves estrangeiras, com as regras de apagar e atualizar escolhidas caso a caso (proteger, propagar ou anular) para nunca deixar registos sem dono.
  • Fechámos na própria estrutura os estados válidos (da encomenda, da subscrição e o papel de cada utilizador) e limitámos a avaliação a uma escala de 1 a 5, para entrar só dado coerente.
  • Pusemos a base de dados a manter-se a si própria: um gatilho atualiza os contadores de encomendas sozinho e outro escreve um registo de auditoria a cada mudança de estado, com quem e quando.
  • Criámos vistas de faturação (cabeçalho e linhas, com IVA) e cinco consultas de negócio: receita por ano, melhores clientes, avaliação média, tipos de serviço mais pedidos e margem por estado da encomenda.
Resultados
9 tabelas ligadas num só modelo, sem registos sem dono possíveis Por construção
2 gatilhos que mantêm contadores e auditoria sem ninguém intervir Automático
5 consultas de negócio prontas, mais vistas de faturação com IVA Pronto a usar
  • A integridade não depende da disciplina de quem escreve: é a estrutura que a garante.
  • Cada mudança de estado fica registada com quem e quando, sem ninguém ter de se lembrar.
  • Faturação e análise partem de vistas prontas, não de contas refeitas a cada vez.

Há um caso destes na sua fábrica?

Uma conversa de 30 minutos chega para perceber. Se fizer sentido, avançamos para uma visita.